50% das mulheres que engravidaram antes dos 14 anos afirmam que o serviço de saúde não ofereceu a possibilidade de interromper a gestação

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O estudo “Marcas do tempo: gravidez na adolescência e seus impactos na vida de mulheres no Brasil”, realizado pela Plan International Brasil, investigou como a experiência da gravidez precoce influencia as trajetórias de vida de mulheres jovens em diferentes dimensões, como educação, trabalho, renda, saúde, autonomia e garantia de direitos. O levantamento reúne evidências quantitativas e qualitativas coletadas em todas as regiões do país e ouviu 1.500 mulheres entre 19 e 29 anos e 50 entrevistas em profundidade. Para comparar as trajetórias de jovens que passaram ou não pela experiência da gravidez na infância ou adolescência, foram utilizadas técnicas de inferência causal, como o pareamento.

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