{"id":9,"date":"2015-07-08T19:12:08","date_gmt":"2015-07-08T19:12:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.agenciapatriciagalvao.org.br\/dossie\/?page_id=9"},"modified":"2018-02-19T18:41:55","modified_gmt":"2018-02-19T21:41:55","slug":"o-papel-da-imprensa","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/dossies.agenciapatriciagalvao.org.br\/violencia\/o-papel-da-imprensa\/","title":{"rendered":"A pauta da viol\u00eancia"},"content":{"rendered":"<div id=\"lipsum\">\n<p>O interesse do p\u00fablico conjugado ao interesse p\u00fablico: al\u00e9m de as mulheres serem mais da metade da popula\u00e7\u00e3o, a <a href=\"http:\/\/dossies.agenciapatriciagalvao.org.br\/violencia\/pesquisa\/percepcao-da-sociedade-sobre-violencia-e-assassinatos-de-mulheres-data-popularinstituto-patricia-galvao-2013\/\" target=\"_blank\">pesquisa de opini\u00e3o Data Popular\/Instituto Patr\u00edcia Galv\u00e3o<\/a>\u00a0revelou que a viol\u00eancia contra as mulheres est\u00e1 na agenda de preocupa\u00e7\u00f5es da sociedade.<\/p>\n<div id=\"attachment_466\" style=\"width: 913px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/assets-dossies-ipg-v2.nyc3.digitaloceanspaces.com\/sites\/2\/2018\/02\/datapopular_ipg_violenciaeassassinatos2013graficopercepcao.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-466\" class=\"wp-image-466\" src=\"https:\/\/assets-dossies-ipg-v2.nyc3.digitaloceanspaces.com\/sites\/2\/2018\/02\/datapopular_ipg_violenciaeassassinatos2013graficopercepcao.jpg\" alt=\"Percep\u00e7\u00e3o da sociedade sobre viol\u00eancia e assassinatos de mulheres (Data Popular\/Instituto Patr\u00edcia Galv\u00e3o, 2013)\" width=\"903\" height=\"432\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-466\" class=\"wp-caption-text\">Pesquisa <em>Percep\u00e7\u00e3o da sociedade sobre viol\u00eancia e assassinatos de mulheres (Data Popular\/Instituto Patr\u00edcia Galv\u00e3o, 2013)<\/em><\/p><\/div>\n<p>Sabemos que a m\u00eddia em geral, e a imprensa em particular, tem um grande poder e desempenha um importante papel em nossa sociedade. Entre essas atribui\u00e7\u00f5es, est\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>definir a agenda de debates;<\/li>\n<li>influenciar a opini\u00e3o p\u00fablica;<\/li>\n<li>sensibilizar formuladores e gestores de pol\u00edticas;<\/li>\n<li>monitorar pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Dessa forma, a imprensa tem a responsabilidade social de alertar, conscientizar e sensibilizar a respeito da gravidade do problema da viol\u00eancia contra as mulheres e tamb\u00e9m ao contextualizar o problema e cobrar dos \u00f3rg\u00e3os respons\u00e1veis a qualidade e abrang\u00eancia dos servi\u00e7os prestados.<\/p>\n<p>Nesse sentido, o Dossi\u00ea Viol\u00eancia contra as Mulheres re\u00fane ferramentas para\u00a0contribuir\u00a0com a\u00a0divulga\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es qualificadas e o debate contextualizado e profundado sobre a viol\u00eancia contra as mulheres no Brasil.<br \/>\n<div class=\"caligner--right\"><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Ujt2skZsJQs?rel=0\" width=\"420\" height=\"300\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/div><\/p>\n<blockquote><p>&#8220;O Dossi\u00ea nos ajuda a contextualizar melhor as hist\u00f3rias, mostrar sua complexidade, porque \u00e0s vezes ao fazer uma den\u00fancia de uma viol\u00eancia contra a mulher a imprensa acaba cometendo uma outra viol\u00eancia ao reproduzir estere\u00f3tipos, individualizar aquilo que na verdade tem um contexto muito mais amplo, simplificar e reduzir o que \u00e9 complexo.&#8221;<br \/>\n<em><strong><a href=\"http:\/\/desacontecimentos.com\/\" target=\"_blank\">Eliane Brum<\/a><\/strong>, jornalista e escritora<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>O que a imprensa pode fazer <\/strong><\/h3>\n<ul>\n<li><strong>informar sobre a real magnitude da viol\u00eancia de g\u00eanero<\/strong>, tanto no Brasil\u00a0como no mundo, divulgando n\u00fameros atualizados e obtidos de fontes confi\u00e1veis. \u00c9 importante\u00a0informar que a viol\u00eancia contra as mulheres, em especial a viol\u00eancia dom\u00e9stica, n\u00e3o distingue ra\u00e7a, classe social ou n\u00edvel cultural, atingindo &#8211; ainda que de forma diferenciada &#8211; mulheres de todos os tipos e idades e de todos os lugares;<\/li>\n<li><strong>divulgar e avaliar os servi\u00e7os dispon\u00edveis,\u00a0<\/strong>mostrando o trabalho realizado e entrevistando profissionais que atuam em delegacias da mulher e em organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o-governamentais que d\u00e3o a primeira assist\u00eancia \u00e0s mulheres e meninas, os servi\u00e7os de refer\u00eancia nos hospitais, que prestam atendimento multidisciplinar \u00e0s v\u00edtimas de viol\u00eancia sexual, as casas-abrigo, que recebem as mulheres que n\u00e3o t\u00eam para onde fugir, e os servi\u00e7os judici\u00e1rios que visam proteger a mulher e responsabilizar o agressor;<\/li>\n<li><strong>buscar causas, fatores e solu\u00e7\u00f5es<\/strong>, aprofundando a abordagem e contextualizando o problema<strong>;<\/strong><\/li>\n<li><strong>acompanhar os debates sobre as propostas legislativas<\/strong> que afetam os direitos das mulheres v\u00edtimas de viol\u00eancia (n\u00e3o apenas leis, mas tamb\u00e9m as pol\u00edticas p\u00fablicas e os servi\u00e7os que devem concretizar esses direitos;<\/li>\n<li><strong>mostrar que o\u00a0combate \u00e0 viol\u00eancia contra as mulheres \u00e9 um compromisso assumido pelo Estado brasileiro ao assinar tratados e conven\u00e7\u00f5es internacionais<\/strong>, como a <a href=\"http:\/\/www.compromissoeatitude.org.br\/convencao-interamericana-para-prevenir-punir-e-erradicar-a-violencia-contra-a-mulher-convencao-de-belem-do-para-1994\/\" target=\"_blank\">Conven\u00e7\u00e3o de Bel\u00e9m do Par\u00e1 (Conven\u00e7\u00e3o Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Viol\u00eancia Contra a Mulher)<\/a>, assinada pelo Brasil em 1994 e ratificada em 1995, e a\u00a0<a href=\"http:\/\/www.compromissoeatitude.org.br\/convencao-sobre-a-eliminacao-de-todas-as-formas-de-discriminacao-contra-a-mulher-cedaw-1979\/\" target=\"_blank\">Conven\u00e7\u00e3o sobre a Elimina\u00e7\u00e3o de Todas as Formas de Discrimina\u00e7\u00e3o contra a Mulher (CEDAW, 1979)<\/a>, promulgada pelo Decreto n\u00ba 89.460, de 20\/03\/1984.<\/li>\n<\/ul>\n<h3><strong>A for\u00e7a da pauta da viol\u00eancia contra as mulheres<\/strong><\/h3>\n<\/div>\n<div id=\"lipsum\">\n<p>Durante o <a href=\"http:\/\/agenciapatriciagalvao.org.br\/violencia\/seminario-aponta-importancia-de-praticas-plurais-e-respeito-diferencas-para-coibir-violencia-sexista\/\" target=\"_blank\">I Semin\u00e1rio Internacional Cultura de Viol\u00eancia contra as Mulheres<\/a>, o assessor de comunica\u00e7\u00e3o e informa\u00e7\u00e3o para o Mercosul e Chile da Unesco, Guilherme Canela, lembrou que um dos problemas que dificulta uma abordagem contextualizada e aprofundada sobre a viol\u00eancia baseada nas desigualdades de g\u00eanero no Brasil \u00e9 que o enquadramento das mat\u00e9rias costuma ser bastante individualizado.<\/p>\n<p>&#8220;Temos que ir al\u00e9m de exigir uma cobertura politicamente correta, precisamos ampliar o enquadramento do jornalismo. A m\u00eddia em v\u00e1rios pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina acha que discutir quest\u00f5es de direitos humanos ou \u00e9 uma quest\u00e3o menor de ve\u00edculos especializados ou acha que as mat\u00e9rias realmente potentes s\u00e3o aquelas que s\u00e3o feitas pelos grandes jornais internacionais que t\u00eam coberturas de direitos humanos. Qualquer bom jornalista de qualquer jornal ou meio, seja que tamanho que for, pode fazer uma contribui\u00e7\u00e3o relevante para a \u00e1rea de direitos humanos em geral e para a \u00e1rea de direitos humanos das mulheres em particular\u201d, frisou.<\/p>\n<p>O especialista lembrou que um dos principais pr\u00eamios do jornalismo mundial &#8211; o Pulitzer &#8211; consagrou um jornal regional da Carolina do Sul (EUA) em 2015, o The Post and Courier, que fez uma s\u00e9rie especial sobre viol\u00eancia dom\u00e9stica e o assassinato de mulheres. &#8220;O segredo de um pequeno jornal como este ganhar um Pulitzer \u00e9 associar a discuss\u00e3o dos crimes \u00e0s pol\u00edticas p\u00fablicas&#8221;, recomenda Guilherme Canela.<\/p>\n<p><em>Veja a seguir a mensagem (em ingl\u00eas) enviada ao Semin\u00e1rio por Glenn Smith, jornalista e editor de projetos especiais do jornal The Post and Courier (EUA), que recebeu o Pr\u00eamio Pulitzer pela s\u00e9rie \u201cTill Death Do Us Part\u201d sobre os feminic\u00eddios na Carolina do Sul em decorr\u00eancia da viol\u00eancia dom\u00e9stica e da omiss\u00e3o do Estado:<\/em><\/p>\n<div align=\"center\"><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/A9mnHQpAvLQ\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/div>\n<p>\u201cA s\u00e9rie de reportagens \u00e9 um exemplo de como deveria ser tratado esse tema, retirando-o das p\u00e1ginas policiais e trazendo para outros cadernos. O fato de um pequeno jornal ganhar um Pulitzer com este tema traz \u00e0 tona a import\u00e2ncia, a magnitude da viol\u00eancia contra as mulheres na nossa sociedade. E no Brasil, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o de algumas poucas iniciativas em TV, n\u00e3o temos isso, especialmente na m\u00eddia impressa\u201d, ressaltou F\u00e1tima Pacheco Jord\u00e3o, soci\u00f3loga especialista em pesquisas de opini\u00e3o e conselheira do Instituto Patr\u00edcia Galv\u00e3o.<\/p>\n<blockquote>\n<h4><em><a href=\"http:\/\/dossies.agenciapatriciagalvao.org.br\/violencia\/efemerides\/\" target=\"_blank\">Efem\u00e9rides: acesse aqui informa\u00e7\u00f5es sobre as datas mais significativas do calend\u00e1rio do movimento mundial de enfrentamento \u00e0 viol\u00eancia contra as mulheres<\/a><\/em><\/h4>\n<\/blockquote>\n<h3><strong>Personagens: cuidados e onde encontrar<\/strong><\/h3>\n<\/div>\n<p>Embora as\/os especialistas relutem em indicar nomes de mulheres que sofreram viol\u00eancia para serem entrevistadas, os depoimentos em primeira pessoa costumam ser valorizados pelos ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o. Esses depoimentos podem ser importantes para dar for\u00e7a e veracidade a uma reportagem, aumentando n\u00e3o apenas sua capacidade de convencer como de comover, indignar e mobilizar. Por\u00e9m, alguns cuidados s\u00e3o necess\u00e1rios para evitar que a repeti\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia sofrida acabe se tornando um novo trauma para a pessoa que \u00e9 entrevistada.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos preparativos que toda\/o profissional deve fazer antes de redigir uma mat\u00e9ria, como ler a respeito do assunto e conversar com especialistas, \u00e9 preciso cuidado redobrado ao entrevistar uma mulher ou menina que viveu uma situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia.<\/p>\n<p>Deve-se ter em mente que a experi\u00eancia da viol\u00eancia \u00e9 extremamente dura e permanece viva durante muito tempo na mente e na vida da v\u00edtima.\u00a0Mesmo que ela tenha consentido previamente em conversar com a\/o jornalista, a entrevista pode faz\u00ea-la reviver a viol\u00eancia, o que pode ser extremamente dif\u00edcil ou at\u00e9 insuport\u00e1vel para ela, que pode mudar de id\u00e9ia e desistir de conceder a entrevista, decis\u00e3o que deve ser respeitada.<\/p>\n<p><strong>Procure um servi\u00e7o de apoio para entrar em contato com a fonte<\/strong><br \/>\nDiante deste quadro, o caminho mais recomendado para entrevistar uma mulher que passou pela situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia \u00e9 procurar o servi\u00e7o especializado no acolhimento de v\u00edtimas. Os profissionais desse servi\u00e7o poder\u00e3o auxiliar a encontrar uma poss\u00edvel entrevistada que j\u00e1 esteja fortalecida para falar da viol\u00eancia sofrida, al\u00e9m de dar o apoio necess\u00e1rio para que essa situa\u00e7\u00e3o contribua com seu processo de supera\u00e7\u00e3o e n\u00e3o seja traumatizante.<\/p>\n<p><em>Confira aqui <a href=\"http:\/\/dossies.agenciapatriciagalvao.org.br\/violencia\/violencias\/acoes-direitos-e-servicos-para-enfrentar-a-violencia\/#servicos-de-atendimento-e-enfrentamento-a-violencia-contra-as-mulheres\" target=\"_blank\">onde encontrar servi\u00e7os<\/a> da rede de atendimento \u00e0s\u00a0mulheres v\u00edtimas de viol\u00eancia e veja a seguir alguns cuidados que podem fazer diferen\u00e7a no momento da entrevista:<\/em><\/p>\n<p><strong>Mostre delicadeza, tato, empatia e paci\u00eancia<\/strong><br \/>\n\u00c9 importante n\u00e3o confinar a pessoa ao lugar de v\u00edtima. Mostre que quer ouvi-la, que entende que ela passou por momentos dif\u00edceis e que n\u00e3o est\u00e1 l\u00e1 para fazer qualquer esp\u00e9cie de julgamento, nem sobre o comportamento dela nem sobre o do agressor (n\u00e3o esque\u00e7a que, em muitos casos, a mulher mant\u00e9m uma rela\u00e7\u00e3o de intimidade e afetividade com o autor da viol\u00eancia).<br \/>\nPode ser que n\u00e3o seja poss\u00edvel concluir a entrevista no mesmo dia. Talvez seja mais conveniente voltar outro dia em que ela se sentir com condi\u00e7\u00f5es de falar a respeito.<\/p>\n<p><strong>Cuidados com imagens e voz<\/strong><br \/>\nAntes de gravar imagens ou voz, \u00e9 importante realizar uma avalia\u00e7\u00e3o, juntamente com a mulher e a\/o profissional que a indicou, sobre o grau de risco ao qual ela poder\u00e1 estar sendo exposta.<br \/>\nSe ela autorizar a grava\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o quiser ser identificada, permitindo apenas que sejam feitas imagens de costas ou borradas e com a voz distorcida, certifique-se de que o resultado ser\u00e1 satisfat\u00f3rio, isto \u00e9, que realmente n\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel identificar a mulher.<\/p>\n<p><strong>No caso de uma crian\u00e7a<\/strong><br \/>\nO cuidado deve ser ainda maior. N\u00e3o apenas porque se trata de uma crian\u00e7a, isto \u00e9, de um ser ainda em forma\u00e7\u00e3o e fragilizado pela viol\u00eancia vivida, mas porque se deve respeitar integralmente seus direitos, conforme estabelece o ECA (<a href=\"http:\/\/www.unicef.org\/brazil\/eca01.htm\" target=\"_blank\">Estatuto da Crian\u00e7a e do Adolescente<\/a>).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O interesse do p\u00fablico conjugado ao interesse p\u00fablico: al\u00e9m de as mulheres serem mais da metade da popula\u00e7\u00e3o, a pesquisa de opini\u00e3o Data Popular\/Instituto Patr\u00edcia Galv\u00e3o\u00a0revelou que a viol\u00eancia contra as mulheres est\u00e1 na agenda de preocupa\u00e7\u00f5es da sociedade. 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